... mais um momento histórico.
Réveillon dos ERAD-Boys 2011.
Eu vou!
Ah, esse 2011...
Temos uma missão e não desistiremos: tornar o mundo um lugar melhor. Compartilhar conhecimento, conteúdo. Afinal, o mundo não seria o mesmo sem os ERAD-Boys.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
Sobre números e histórias
Antes de mais nada, é de primordial importância destacar que este é um post escrito na primeira pessoa do plural. Porque este blog, senhoras e senhores, é o blog dos ERAD-Boys. Um blog conjunto, um blog que não é meu, não é seu. É nosso. Dos ERAD-Boys, das ERAD-Girls, das ERAD-Families, e de todos os amigos que o lêem. E sim, este post é feito pelos quatro ERAD-Boys. Cada um com sua colaboração, cada um colocando seu toque no texto de modo a indicar mais do que uma ou outra opinião, expressar o sentimento de termos um blog em conjunto e de podermos compartilhar essa experiência.
Esse é o centésimo post do blog. Um post comemorativo, portanto. E não menos importante é ressaltar o tema do post. Números. Se você não gosta deles, pedimos um pouquinho de esforço. Vale a pena. Leia até o final, para ver o quanto nossas vidas giraram em torno dos números nesses últimos 100 posts.
Segundo a Wikipedia, um número é um objeto da Matemática usado para descrever quantidade, ordem ou medida. Ainda no mesmo artigo, este formidável repositório de informações indica o conceito de número apresentado por diversos autores, e suas utilidades. Vamos agora dar uma utilidade bastante prática aos números: mostrar o quanto eles podem ser representativos de fatos e histórias dos ERAD-Boys.
Para coroar essa quantidade de números e fatos e histórias, ouça só essa música do mestre Raul Seixas, inspire-se e nos ajude lembrando de mais números.
ERAD-Boys. 100 posts. Um sem-número de histórias.
Só podemos dizer, uns aos outros, às ERAD-Girls, às ERAD-Families, às categorias de base dos ERAD-Boys e aos nossos amigos, uma única palavra.
Obrigado!
Esse é o centésimo post do blog. Um post comemorativo, portanto. E não menos importante é ressaltar o tema do post. Números. Se você não gosta deles, pedimos um pouquinho de esforço. Vale a pena. Leia até o final, para ver o quanto nossas vidas giraram em torno dos números nesses últimos 100 posts.
Segundo a Wikipedia, um número é um objeto da Matemática usado para descrever quantidade, ordem ou medida. Ainda no mesmo artigo, este formidável repositório de informações indica o conceito de número apresentado por diversos autores, e suas utilidades. Vamos agora dar uma utilidade bastante prática aos números: mostrar o quanto eles podem ser representativos de fatos e histórias dos ERAD-Boys.
- 2 casamentos: com igreja, festa, lua-de-mel, lar doce lar, e tudo que tem direito.
- 1 morar junto: com apartamento novo, vida nova, e tudo que tem direito. É como casar, mas...
- 4 ERAD-Boys padrinhos de casamentos, em (quase) todas as combinações que você possa imaginar.
- 4 mudanças de endereço.
- 1 filme produzido apresentado em 1 evento que reuniu as 4 famílias, 1 momento histórico em 1 restaurante movimentadíssimo onde um sem-número de pessoas viu em 1 telão a história dos ERAD-Boys.
- 35 quilos perdidos por 1 ERAD-Boy.
- 1 ERAD-Boy que resolveu morar sozinho e encarar a vida de um jeito diferente.
- 1 formatura de mestrado para 2 ERAD-Boys.
- 1 formatura de graduação de 1 ERAD-Girl.
- 1 doutorado (quase) concluído, com direito a sanduíche na Inglaterra.
- 4 Réveillons dos ERAD-Boys
- 1 ERAD-Boy professor da UFRGS.
- 1 ERAD-Boy professor no Dohms.
- 1 mudança de emprego de 2 ERAD-Boys (uma para cada, no caso).
- 2 ERAD-Boys passaram em concursos públicos, 1 deles já empossado, o outro aguardando para ver se um dia quem sabe talvez seja chamado.
- 1 ERAD-Girl passou em concurso público, já empossada.
- 1 ERAD-Girl iniciou faculdade e está quase concluindo, formatura à vista!
- 1 ERAD-Boy e sua respectiva ERAD-Girl construíram um sítio e estabeleceram uma fazenda.
- 1 empresa fundada (e haja paciência com a burocracia).
- 2.845.342 projetos iniciados, alguns concluídos, outros em andamento, outros em pausa, mas nenhum totalmente abandonado.
- N ERAD-Encontros (N porque perdemos a conta)
- N Pacotões comemorativos das mais diversas vitórias e conquistas
Para coroar essa quantidade de números e fatos e histórias, ouça só essa música do mestre Raul Seixas, inspire-se e nos ajude lembrando de mais números.
ERAD-Boys. 100 posts. Um sem-número de histórias.
Só podemos dizer, uns aos outros, às ERAD-Girls, às ERAD-Families, às categorias de base dos ERAD-Boys e aos nossos amigos, uma única palavra.
Obrigado!
sábado, 21 de maio de 2011
Francamente, coitado do português
Primeiro, informalmente, veio o gerundismo. Sim, estavam começando a estar incomodando o português, além de estar tornando nosso dia-a-dia cada vez mais enrolado.
Depois, uma intervenção formal, pelos rigores da lei: o adeus ao trema, a quase abolição do hífen e as novas regras da ortografia, enfim. Mexeram com o português de novo.
Depois, a famigerada lei do estrangeirismo. Notebooks, mouses, tudo seria deletado do uso coloquial, embora seja totalmente normal hoje em dia usar essas e outras palavras que vêm do inglês. Eu queria saber, sinceramente, se a gente ia poder continuar comendo pizza, já que pizza é italiano.
Aí, vêm me dizer que "os peixe" está certo. E pior: liberam o uso de livros didáticos pra ensinar às pessoas que "os peixe" está certo.
A língua de Camões, chamada por Olavo Bilac de "a última flor do Lácio", a quinta língua mais falada no mundo, definitivamente e no popular, virou várzea.
É uma hecatombe. Uma catástrofe. Um cataclisma.
Corram todos para as montanhas!
Coitado do português. Não o deixam em paz.
Depois, uma intervenção formal, pelos rigores da lei: o adeus ao trema, a quase abolição do hífen e as novas regras da ortografia, enfim. Mexeram com o português de novo.
Depois, a famigerada lei do estrangeirismo. Notebooks, mouses, tudo seria deletado do uso coloquial, embora seja totalmente normal hoje em dia usar essas e outras palavras que vêm do inglês. Eu queria saber, sinceramente, se a gente ia poder continuar comendo pizza, já que pizza é italiano.
Aí, vêm me dizer que "os peixe" está certo. E pior: liberam o uso de livros didáticos pra ensinar às pessoas que "os peixe" está certo.
A língua de Camões, chamada por Olavo Bilac de "a última flor do Lácio", a quinta língua mais falada no mundo, definitivamente e no popular, virou várzea.
É uma hecatombe. Uma catástrofe. Um cataclisma.
Corram todos para as montanhas!
Coitado do português. Não o deixam em paz.
Por obséquio, salvem o português!
domingo, 10 de abril de 2011
Reflexões difusas acerca da realidade complexa
Fim de fim de semana. Momento de reflexão pré-retorno ao trabalho para mais uma semana de labuta. Algumas coisas merecem registro, nem todas são de fato atualidades, outras são apenas obviedades, outras não passam de assuntos supérfluos que não mudam a vida de ninguém. Mas quem disse que os supérfluos não são importantes? Ao menos para mim, os meus supérfluos fazem diferença. Eis as pérolas que tenho para hoje:
* Onde é que vamos parar? Um cara entra numa escola e sai atirando em um monte de crianças. Que lástima! A humanidade é cada vez mais desumana. Cada vez menos explicável. Cada vez mais surreal. Não vou ficar aqui escrevendo tudo que penso a respeito, daria um tratado. Apenas quero deixar registrada minha profunda tristeza e indignação com o rumo que as coisas estão tomando.
* As redes sociais definitivamente são uma realidade. Hoje se descobre tudo (ou quase tudo) através delas. E tem rede social para tudo, até pra ouvir música. Se bem utilizadas, podem ser um bom meio de comunicação.
* Eu sou um incorrigível, eu confesso. Eu assisti à corrida de Fórmula-1. Eu tinha ficado curioso com essa história da asa traseira ser móvel, diminuindo o arrasto aerodinâmico (ou coisa assim) no fim da reta. Que decepção! O cara está atrás e longe do carro da frente no começo da reta, aperta um botão e ZUPT! Passou zunindo pelo coitado do cara da frente que, para seu total desespero, não pode usar o mesmo recurso pra se defender. Eu fico imaginando o piloto que tá na frente vendo o adversário no retrovisor, o cara vai aumentando de tamanho no espelhinho, e o cara vai apertando cada vez mais fundo o pedal da direita pra ver se dá corda no motor. Começa a suar frio, PUF! PUF!, começa a pisar sucessivas vezes, pra ver se bombeia o motor, e nada do coitado do carrinho andar mais. Transformaram a ultrapassagem em um ato de covardia. Era mais fácil criarem uma regra que obrigasse o cara da frente a estacionar no fim da reta até o de trás passar. Francamente! Não acertam uma!
* Eu quase fui atropelado. Na calçada. Por um guri de patinete. Eu ia andando, tranquilão sem trema, ia atrás de um jornal de domingo, assoviando uma bela canção, quando BLUFT! Dou de cara com o piá de patinete, desgovernado na minha direção. Estou com reflexos em dia, porque escapei. Quase caí sentado no meio da calçada, mas escapei. Quem viu, deve ter molhado as calças de tanto rir. E o mais interessante: eu não xinguei o rapazinho. Exercício de tolerância.
* Onde é que vamos parar? Um cara entra numa escola e sai atirando em um monte de crianças. Que lástima! A humanidade é cada vez mais desumana. Cada vez menos explicável. Cada vez mais surreal. Não vou ficar aqui escrevendo tudo que penso a respeito, daria um tratado. Apenas quero deixar registrada minha profunda tristeza e indignação com o rumo que as coisas estão tomando.
* As redes sociais definitivamente são uma realidade. Hoje se descobre tudo (ou quase tudo) através delas. E tem rede social para tudo, até pra ouvir música. Se bem utilizadas, podem ser um bom meio de comunicação.
* Eu sou um incorrigível, eu confesso. Eu assisti à corrida de Fórmula-1. Eu tinha ficado curioso com essa história da asa traseira ser móvel, diminuindo o arrasto aerodinâmico (ou coisa assim) no fim da reta. Que decepção! O cara está atrás e longe do carro da frente no começo da reta, aperta um botão e ZUPT! Passou zunindo pelo coitado do cara da frente que, para seu total desespero, não pode usar o mesmo recurso pra se defender. Eu fico imaginando o piloto que tá na frente vendo o adversário no retrovisor, o cara vai aumentando de tamanho no espelhinho, e o cara vai apertando cada vez mais fundo o pedal da direita pra ver se dá corda no motor. Começa a suar frio, PUF! PUF!, começa a pisar sucessivas vezes, pra ver se bombeia o motor, e nada do coitado do carrinho andar mais. Transformaram a ultrapassagem em um ato de covardia. Era mais fácil criarem uma regra que obrigasse o cara da frente a estacionar no fim da reta até o de trás passar. Francamente! Não acertam uma!
* Eu quase fui atropelado. Na calçada. Por um guri de patinete. Eu ia andando, tranquilão sem trema, ia atrás de um jornal de domingo, assoviando uma bela canção, quando BLUFT! Dou de cara com o piá de patinete, desgovernado na minha direção. Estou com reflexos em dia, porque escapei. Quase caí sentado no meio da calçada, mas escapei. Quem viu, deve ter molhado as calças de tanto rir. E o mais interessante: eu não xinguei o rapazinho. Exercício de tolerância.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Obama no Brasil
Pintaram o trajeto por onde o Obama passaria para deixar mais apresentável.
Eu fico pensando como se sentiu a população que mora nesse trajeto.
Normalmente eles não ganhariam tal pintura.
Daí vem o Obama, e a pintura é feita.
Ou seja, grana tinha.
O que não tinha antes era alguém que merecesse/justificasse tal medida.
Que palhaçada!
Eu fico pensando como se sentiu a população que mora nesse trajeto.
Normalmente eles não ganhariam tal pintura.
Daí vem o Obama, e a pintura é feita.
Ou seja, grana tinha.
O que não tinha antes era alguém que merecesse/justificasse tal medida.
Que palhaçada!
segunda-feira, 14 de março de 2011
Fazendo nada pra depois descansar
Leio Dom Quixote até altas horas. Não vem o sono à noite.
De madrugada, acabo dormindo, depois de alguns castelos de mentira e umas batalhas inventadas.
Sem hora pra acordar.
Saio pra comprar o jornal do dia e aproveito pra trazer um pão quente.
Café da manhã lento e sem pressa.
Uma volta e um almoço diferente do habitual.
Mais uma volta e um sorvete. Diferente do habitual.
Volto pra casa e, surpresa! Não consigo dormir. A sesta, no caso.
Vou me dedicando ao que mais tenho feito: nada.
A isso se dá o nome de...
Férias! :D
Vejamos o que vem por aí nos próximos minutos, horas, dias.
Até lá, vou descansar. Fazer nada requer criatividade.
De madrugada, acabo dormindo, depois de alguns castelos de mentira e umas batalhas inventadas.
Sem hora pra acordar.
Saio pra comprar o jornal do dia e aproveito pra trazer um pão quente.
Café da manhã lento e sem pressa.
Uma volta e um almoço diferente do habitual.
Mais uma volta e um sorvete. Diferente do habitual.
Volto pra casa e, surpresa! Não consigo dormir. A sesta, no caso.
Vou me dedicando ao que mais tenho feito: nada.
A isso se dá o nome de...
Férias! :D
Vejamos o que vem por aí nos próximos minutos, horas, dias.
Até lá, vou descansar. Fazer nada requer criatividade.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Uh, tererê!
Verão.
Calor na minha cidade. A Porto Alegre dos meus amores está mais para a Forno Alegre dos meus calores.
Mas tudo bem, não podemo se entregar pros hôme, de jeito nenhum, amigo e companheiro!
O chimarrão vai ser retomado como um hábito, como já foi e deixou de ser por uma certa dose de preguiça, eu confesso. Azar do calor, vou tomar o meu chimarrão. Faz bem e eu gosto.
Já providenciei a cuia nova, a bomba nova, só por motivação. Inclusive estou pensando em acordar mais cedo e tomar um chimarrão antes do café da manhã, antes ainda de sair pra labuta. Mudanças na rotina podem ser bem legais e bem motivadoras. Vejamos como me saio, a partir da semana que vem.
Mas enquanto a nova cuia se prepara para que eu sorva meu mate diário, quente como o coração das prendas dos meus pagos, vou me distraindo com a cuia antiga, tomando um bom e geladíssimo tererê.
Uh, tererê! :)
Calor na minha cidade. A Porto Alegre dos meus amores está mais para a Forno Alegre dos meus calores.
Mas tudo bem, não podemo se entregar pros hôme, de jeito nenhum, amigo e companheiro!
O chimarrão vai ser retomado como um hábito, como já foi e deixou de ser por uma certa dose de preguiça, eu confesso. Azar do calor, vou tomar o meu chimarrão. Faz bem e eu gosto.
Já providenciei a cuia nova, a bomba nova, só por motivação. Inclusive estou pensando em acordar mais cedo e tomar um chimarrão antes do café da manhã, antes ainda de sair pra labuta. Mudanças na rotina podem ser bem legais e bem motivadoras. Vejamos como me saio, a partir da semana que vem.
Mas enquanto a nova cuia se prepara para que eu sorva meu mate diário, quente como o coração das prendas dos meus pagos, vou me distraindo com a cuia antiga, tomando um bom e geladíssimo tererê.
Uh, tererê! :)
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