Fim de fim de semana. Momento de reflexão pré-retorno ao trabalho para mais uma semana de labuta. Algumas coisas merecem registro, nem todas são de fato atualidades, outras são apenas obviedades, outras não passam de assuntos supérfluos que não mudam a vida de ninguém. Mas quem disse que os supérfluos não são importantes? Ao menos para mim, os meus supérfluos fazem diferença. Eis as pérolas que tenho para hoje:
* Onde é que vamos parar? Um cara entra numa escola e sai atirando em um monte de crianças. Que lástima! A humanidade é cada vez mais desumana. Cada vez menos explicável. Cada vez mais surreal. Não vou ficar aqui escrevendo tudo que penso a respeito, daria um tratado. Apenas quero deixar registrada minha profunda tristeza e indignação com o rumo que as coisas estão tomando.
* As redes sociais definitivamente são uma realidade. Hoje se descobre tudo (ou quase tudo) através delas. E tem rede social para tudo, até pra ouvir música. Se bem utilizadas, podem ser um bom meio de comunicação.
* Eu sou um incorrigível, eu confesso. Eu assisti à corrida de Fórmula-1. Eu tinha ficado curioso com essa história da asa traseira ser móvel, diminuindo o arrasto aerodinâmico (ou coisa assim) no fim da reta. Que decepção! O cara está atrás e longe do carro da frente no começo da reta, aperta um botão e ZUPT! Passou zunindo pelo coitado do cara da frente que, para seu total desespero, não pode usar o mesmo recurso pra se defender. Eu fico imaginando o piloto que tá na frente vendo o adversário no retrovisor, o cara vai aumentando de tamanho no espelhinho, e o cara vai apertando cada vez mais fundo o pedal da direita pra ver se dá corda no motor. Começa a suar frio, PUF! PUF!, começa a pisar sucessivas vezes, pra ver se bombeia o motor, e nada do coitado do carrinho andar mais. Transformaram a ultrapassagem em um ato de covardia. Era mais fácil criarem uma regra que obrigasse o cara da frente a estacionar no fim da reta até o de trás passar. Francamente! Não acertam uma!
* Eu quase fui atropelado. Na calçada. Por um guri de patinete. Eu ia andando, tranquilão sem trema, ia atrás de um jornal de domingo, assoviando uma bela canção, quando BLUFT! Dou de cara com o piá de patinete, desgovernado na minha direção. Estou com reflexos em dia, porque escapei. Quase caí sentado no meio da calçada, mas escapei. Quem viu, deve ter molhado as calças de tanto rir. E o mais interessante: eu não xinguei o rapazinho. Exercício de tolerância.
Temos uma missão e não desistiremos: tornar o mundo um lugar melhor. Compartilhar conhecimento, conteúdo. Afinal, o mundo não seria o mesmo sem os ERAD-Boys.
domingo, 10 de abril de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Obama no Brasil
Pintaram o trajeto por onde o Obama passaria para deixar mais apresentável.
Eu fico pensando como se sentiu a população que mora nesse trajeto.
Normalmente eles não ganhariam tal pintura.
Daí vem o Obama, e a pintura é feita.
Ou seja, grana tinha.
O que não tinha antes era alguém que merecesse/justificasse tal medida.
Que palhaçada!
Eu fico pensando como se sentiu a população que mora nesse trajeto.
Normalmente eles não ganhariam tal pintura.
Daí vem o Obama, e a pintura é feita.
Ou seja, grana tinha.
O que não tinha antes era alguém que merecesse/justificasse tal medida.
Que palhaçada!
segunda-feira, 14 de março de 2011
Fazendo nada pra depois descansar
Leio Dom Quixote até altas horas. Não vem o sono à noite.
De madrugada, acabo dormindo, depois de alguns castelos de mentira e umas batalhas inventadas.
Sem hora pra acordar.
Saio pra comprar o jornal do dia e aproveito pra trazer um pão quente.
Café da manhã lento e sem pressa.
Uma volta e um almoço diferente do habitual.
Mais uma volta e um sorvete. Diferente do habitual.
Volto pra casa e, surpresa! Não consigo dormir. A sesta, no caso.
Vou me dedicando ao que mais tenho feito: nada.
A isso se dá o nome de...
Férias! :D
Vejamos o que vem por aí nos próximos minutos, horas, dias.
Até lá, vou descansar. Fazer nada requer criatividade.
De madrugada, acabo dormindo, depois de alguns castelos de mentira e umas batalhas inventadas.
Sem hora pra acordar.
Saio pra comprar o jornal do dia e aproveito pra trazer um pão quente.
Café da manhã lento e sem pressa.
Uma volta e um almoço diferente do habitual.
Mais uma volta e um sorvete. Diferente do habitual.
Volto pra casa e, surpresa! Não consigo dormir. A sesta, no caso.
Vou me dedicando ao que mais tenho feito: nada.
A isso se dá o nome de...
Férias! :D
Vejamos o que vem por aí nos próximos minutos, horas, dias.
Até lá, vou descansar. Fazer nada requer criatividade.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Uh, tererê!
Verão.
Calor na minha cidade. A Porto Alegre dos meus amores está mais para a Forno Alegre dos meus calores.
Mas tudo bem, não podemo se entregar pros hôme, de jeito nenhum, amigo e companheiro!
O chimarrão vai ser retomado como um hábito, como já foi e deixou de ser por uma certa dose de preguiça, eu confesso. Azar do calor, vou tomar o meu chimarrão. Faz bem e eu gosto.
Já providenciei a cuia nova, a bomba nova, só por motivação. Inclusive estou pensando em acordar mais cedo e tomar um chimarrão antes do café da manhã, antes ainda de sair pra labuta. Mudanças na rotina podem ser bem legais e bem motivadoras. Vejamos como me saio, a partir da semana que vem.
Mas enquanto a nova cuia se prepara para que eu sorva meu mate diário, quente como o coração das prendas dos meus pagos, vou me distraindo com a cuia antiga, tomando um bom e geladíssimo tererê.
Uh, tererê! :)
Calor na minha cidade. A Porto Alegre dos meus amores está mais para a Forno Alegre dos meus calores.
Mas tudo bem, não podemo se entregar pros hôme, de jeito nenhum, amigo e companheiro!
O chimarrão vai ser retomado como um hábito, como já foi e deixou de ser por uma certa dose de preguiça, eu confesso. Azar do calor, vou tomar o meu chimarrão. Faz bem e eu gosto.
Já providenciei a cuia nova, a bomba nova, só por motivação. Inclusive estou pensando em acordar mais cedo e tomar um chimarrão antes do café da manhã, antes ainda de sair pra labuta. Mudanças na rotina podem ser bem legais e bem motivadoras. Vejamos como me saio, a partir da semana que vem.
Mas enquanto a nova cuia se prepara para que eu sorva meu mate diário, quente como o coração das prendas dos meus pagos, vou me distraindo com a cuia antiga, tomando um bom e geladíssimo tererê.
Uh, tererê! :)
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Resoluções para 2011
Só pra compartilhar (e também registrar) as três metas que tenho para este ano:
1. Defender a Tese
2. Tocar a carreira adiante (arranjar um emprego ou bolsa)
3. Tirar a carteira de motorista.
De resto, seguir vivendo feliz na companhia da família, amigos e namorada.
:)
1. Defender a Tese
2. Tocar a carreira adiante (arranjar um emprego ou bolsa)
3. Tirar a carteira de motorista.
De resto, seguir vivendo feliz na companhia da família, amigos e namorada.
:)
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Apenas uma oportunidade de dizer obrigado
Quando eu era criança eu sempre ficava na expectativa pelo final de ano. Muito mais por causa do Natal, eu confesso. Eu sempre queria saber se eu ia ganhar aquela bola que eu tinha pedido, ou se a bicicleta viria, ou o tão sonhado Atari. Aqui vale lembrar que o sonho do Atari próprio foi realizado em um Natal. Ainda lembro exatamente até do que eu comi naquele Natal, o do Atari. E da expectativa até o momento mágico em que eu abri o embrulho e ele estava lá, na caixa predominantemente cinza. Desculpem, caros dois ou três leitores, mas tenho que fazer uma pausa pra enxugar uma lágrima renitente que teima em cair pelo meu rosto.
Mas tergiverso. O que quero mesmo é falar do Ano Novo, essa oportunidade que as pessoas têm de fazer levantamentos e ver onde e como podem mudar suas vidas. Muito mais do que a troca de um número no calendário, o Ano Novo representa, ao menos para mim, a oportunidade de refletir e ver qual o saldo que fica depois de mais 365 dias (às vezes 366).
Enfim, é momento de acertar contas consigo mesmo. Ser sincero e verdadeiro com aquela pessoa que a gente vê todo dia quando acorda e olha no espelho. Ver se aquelas promessas que se fez no ano anterior foram mesmo cumpridas. Procurar os motivos para não ter feito alguma coisa. E, mais importante, procurar oportunidades de mudanças e novos projetos para um ano que se iniciará, estalando de novo.
Vejamos. Em 2009 eu tinha uma sacola de idéias na cabeça. Destas, algumas não saíram de onde estavam. Mas algumas viraram uma realidade bastante palpável. Que o digam a máquina de lavar roupas cheia e esperando pra fazer seu trabalho, a pia cheia de louça pra lavar e a geladeira implorando por compras que a recheiem pelo menos um pouquinho. Alguns projetos foram levados a cabo, como podem comprovar as lojas de roupas que estão me vendendo artigos em tamanhos muito menores do que costumavam vender. Outros estão em pleno andamento, conforme atestam os meus tênis que estão tendo suas solas cada vez mais gastas.
Obviamente, houve surpresas. Algumas ótimas, verdadeiramente lindas. Outras, bem menos agradáveis. Mas todas elas me levaram a me dar conta de uma coisa totalmente óbvia: a vida só anda se a gente ajudar a fazê-la andar. A engrenagem está pronta, esperando por um empurrão para começar a funcionar. Como diria Eduardo Galeano, "a sorte ajuda quem a ajuda a ajudar".
Acho que mudei um bocado em 2010. Acho que levo desse ano uma nova sacola, cheia de ensinamentos, experiências. Receitas do que fazer e do que não fazer. Já disse e reafirmo: saio desse ano mais preparado e mais pronto do que entrei.
E não esqueci, nunca esqueceria, da presença dos amigos e da família nesse ano. 2010 foi um ano movimentado, intenso. E eu tive sempre os melhores amigos que eu poderia sonhar em ter, próximos de mim. Quando eu menos esperava, vieram e me mostraram o quão boa a vida pode ser. Quando a felicidade era gigante, eles estavam presentes, celebrando junto comigo. Mas quando eu mais precisei, eles não esmoreceram: estavam lá, atendendo o telefone para me ouvir choramingar, me encontrando para, pacientemente, ouvir meus lamentos. Só posso dizer a eles uma palavra: obrigado.
A família também vai bem, obrigado, e manda lembranças. Termina o ano com um orgulho gigante da minha irmã que concluiu a faculdade. E iniciará o ano novo com a formatura, pra ter a oportunidade de demonstrar o orgulho em público. Também esteve comigo quando eu estava feliz, me ajudou quando eu precisei e não faltou quando eu precisei de palavra de irmã, ombro de pai e colo de mãe. Repetitivamente, digo: obrigado.
Em resumo, é mais ou menos isso: 2010 foi um ano e tanto. Será para sempre lembrado, como aquele Natal em que eu ganhei meu saudoso Atari. E eu já estou com idéias, projetos, planos, metas, sonhos, objetivos, tudo pronto pro ano que está chegando. Preparem-se, vocês ainda vão saber de muitas novidades nos próximos 12 meses.
Que venha o 2011. Feliz Ano Novo!
Mas tergiverso. O que quero mesmo é falar do Ano Novo, essa oportunidade que as pessoas têm de fazer levantamentos e ver onde e como podem mudar suas vidas. Muito mais do que a troca de um número no calendário, o Ano Novo representa, ao menos para mim, a oportunidade de refletir e ver qual o saldo que fica depois de mais 365 dias (às vezes 366).
Enfim, é momento de acertar contas consigo mesmo. Ser sincero e verdadeiro com aquela pessoa que a gente vê todo dia quando acorda e olha no espelho. Ver se aquelas promessas que se fez no ano anterior foram mesmo cumpridas. Procurar os motivos para não ter feito alguma coisa. E, mais importante, procurar oportunidades de mudanças e novos projetos para um ano que se iniciará, estalando de novo.
Vejamos. Em 2009 eu tinha uma sacola de idéias na cabeça. Destas, algumas não saíram de onde estavam. Mas algumas viraram uma realidade bastante palpável. Que o digam a máquina de lavar roupas cheia e esperando pra fazer seu trabalho, a pia cheia de louça pra lavar e a geladeira implorando por compras que a recheiem pelo menos um pouquinho. Alguns projetos foram levados a cabo, como podem comprovar as lojas de roupas que estão me vendendo artigos em tamanhos muito menores do que costumavam vender. Outros estão em pleno andamento, conforme atestam os meus tênis que estão tendo suas solas cada vez mais gastas.
Obviamente, houve surpresas. Algumas ótimas, verdadeiramente lindas. Outras, bem menos agradáveis. Mas todas elas me levaram a me dar conta de uma coisa totalmente óbvia: a vida só anda se a gente ajudar a fazê-la andar. A engrenagem está pronta, esperando por um empurrão para começar a funcionar. Como diria Eduardo Galeano, "a sorte ajuda quem a ajuda a ajudar".
Acho que mudei um bocado em 2010. Acho que levo desse ano uma nova sacola, cheia de ensinamentos, experiências. Receitas do que fazer e do que não fazer. Já disse e reafirmo: saio desse ano mais preparado e mais pronto do que entrei.
E não esqueci, nunca esqueceria, da presença dos amigos e da família nesse ano. 2010 foi um ano movimentado, intenso. E eu tive sempre os melhores amigos que eu poderia sonhar em ter, próximos de mim. Quando eu menos esperava, vieram e me mostraram o quão boa a vida pode ser. Quando a felicidade era gigante, eles estavam presentes, celebrando junto comigo. Mas quando eu mais precisei, eles não esmoreceram: estavam lá, atendendo o telefone para me ouvir choramingar, me encontrando para, pacientemente, ouvir meus lamentos. Só posso dizer a eles uma palavra: obrigado.
A família também vai bem, obrigado, e manda lembranças. Termina o ano com um orgulho gigante da minha irmã que concluiu a faculdade. E iniciará o ano novo com a formatura, pra ter a oportunidade de demonstrar o orgulho em público. Também esteve comigo quando eu estava feliz, me ajudou quando eu precisei e não faltou quando eu precisei de palavra de irmã, ombro de pai e colo de mãe. Repetitivamente, digo: obrigado.
Em resumo, é mais ou menos isso: 2010 foi um ano e tanto. Será para sempre lembrado, como aquele Natal em que eu ganhei meu saudoso Atari. E eu já estou com idéias, projetos, planos, metas, sonhos, objetivos, tudo pronto pro ano que está chegando. Preparem-se, vocês ainda vão saber de muitas novidades nos próximos 12 meses.
Que venha o 2011. Feliz Ano Novo!
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Rúcula faz mal pra saúde!
Mentira. Ainda não faz. Mas esta realidade está começando a mudar.
Eu nunca gostei de rúcula. Troço amargo. Desagradável. Parece que o cara tá se punindo ao comer aquilo.
Porém, dia desses a Jamile fez aqui em casa uma salada de rúcula, ricota e morangos. E eu tinha que provar, claro, porque era a salada da Jamile :D e também porque tinha morangos, que eu gosto demais. Não podia comer só os morangos. Daí comi tudo misturado e gostei. De verdade. Esses três ingredientes combinam muito bem numa salada. Virei fã da salada, da mistura.
A partir daí paulatinamente comecei a me acostumar com a idéia de comer rúcula. Comecei a ver que rúcula não é tão detestável. Comecei a me aventurar tentando comê-la pura. No início, com algum sofrimento. Todos os dias, nos restaurantes que eu ia, eu tentava uma ruculazinha. Resultado: já estou comendo rúcula sem sofrimento. Já tá quase ficando gostoso comer rúcula.
E é justamente aí que vem o risco para a saúde.
Tradicionalmente tudo que eu gosto faz mal pra saúde.
E tudo que eu não gosto é mega saudável.
Logo, eu me arrisco a dizer que, neste momento, em algum lugar do mundo, cientistas devem estar confabulando sobre algo de ruim que a rúcula pode nos oferecer, e irão divulgar, em breve, um estudo inovador que prova que a rúcula faz mal pra saúde.
"O veneno escondido na rúcula", será a manchete no Terra.
"Cientistas ingleses afirmam que consumo regular de rúcula pode ser fatal. Leia amanhã, no jornal O Sul", afirmará um jornal que se auto-entitula o melhor jornal do Rio Grande do Sul.
"Treinador de futebol faz treino com portões fechados, come rúcula e seu time é derrotado no fim de semana", sentenciará o Benfica após a jornada esportiva da Gaúcha.
"Nesta sexta, no Globo Repórter: da mesa do brasileiro para o banco dos réus. Saiba porque a rúcula é a nova vilã do povo brasileiro. Tudo isso e muito mais você vê, nesta sexta, no Globo Repórter". Com Sérgio Chapelin.
Preparem-se. Em breve, rúcula vai começar a fazer mal!
Eu nunca gostei de rúcula. Troço amargo. Desagradável. Parece que o cara tá se punindo ao comer aquilo.
Porém, dia desses a Jamile fez aqui em casa uma salada de rúcula, ricota e morangos. E eu tinha que provar, claro, porque era a salada da Jamile :D e também porque tinha morangos, que eu gosto demais. Não podia comer só os morangos. Daí comi tudo misturado e gostei. De verdade. Esses três ingredientes combinam muito bem numa salada. Virei fã da salada, da mistura.
A partir daí paulatinamente comecei a me acostumar com a idéia de comer rúcula. Comecei a ver que rúcula não é tão detestável. Comecei a me aventurar tentando comê-la pura. No início, com algum sofrimento. Todos os dias, nos restaurantes que eu ia, eu tentava uma ruculazinha. Resultado: já estou comendo rúcula sem sofrimento. Já tá quase ficando gostoso comer rúcula.
E é justamente aí que vem o risco para a saúde.
Tradicionalmente tudo que eu gosto faz mal pra saúde.
E tudo que eu não gosto é mega saudável.
Logo, eu me arrisco a dizer que, neste momento, em algum lugar do mundo, cientistas devem estar confabulando sobre algo de ruim que a rúcula pode nos oferecer, e irão divulgar, em breve, um estudo inovador que prova que a rúcula faz mal pra saúde.
"O veneno escondido na rúcula", será a manchete no Terra.
"Cientistas ingleses afirmam que consumo regular de rúcula pode ser fatal. Leia amanhã, no jornal O Sul", afirmará um jornal que se auto-entitula o melhor jornal do Rio Grande do Sul.
"Treinador de futebol faz treino com portões fechados, come rúcula e seu time é derrotado no fim de semana", sentenciará o Benfica após a jornada esportiva da Gaúcha.
"Nesta sexta, no Globo Repórter: da mesa do brasileiro para o banco dos réus. Saiba porque a rúcula é a nova vilã do povo brasileiro. Tudo isso e muito mais você vê, nesta sexta, no Globo Repórter". Com Sérgio Chapelin.
Preparem-se. Em breve, rúcula vai começar a fazer mal!
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