quinta-feira, 23 de abril de 2009

Algumas breves palavras

Toquem os clarins! Você é um(a) felizardo(a). Sim, você. Você resolveu dar uma olhada no Blog dos ERAD-Boys, o seu blog por um mundo melhor, justo nesse dia! Pois bem. Seja bem-vindo ao post de número 70. Setenta. Sim, senhoras e senhores. Leitoras e leitores assíduos ou ocasionais, este é o septuagésimo post desse blog. Já tivemos posts extraordinários, colaborações brilhantes e comentários embasbacantes que nos deixam, acima de tudo, lisonjeados.

Obrigado pelo carinho da sua sintonia, siga com a gente e não perca as cenas do próximo capítulo. Aos ERAD-Boys, co-responsáveis por esse blog simplesmente supimpa, um obrigado especial, não só pelo blog, mas hoje especialmente por ele. Setenta posts e seguimos por aqui. Parabéns para nós.

E ela vai ficando...
Começou como um reflexo da preguiça do início das férias. Depois, era a preguiça do meio das férias. Depois, no fim das férias, achei até que não estava ruim, e dei uma aparada para continuar com ela. Agora estou gostando tanto que o fato é que ela veio para ficar, sem data para despedir-se. Ou melhor, até tem. Mas aí é outra história... Obviamente, estou falando dela: a barba. Sinto-me muito bem. Se estou bem ou mal, se fiquei mais ou menos feio, não sei. Não avalio beleza de homem... :P


E parece que eles vieram mesmo para ficar. Sim, acho que eles não vão embora tão cedo. Quer dizer, a julgar pelo meu pai (olha a metade dele aí em cima. Êita retratista bom!), talvez eles se vão e levem junto uns e outros. Estou falando deles: os cabelos brancos!

E por falar no progenitor. Aí está. Esse é galo. Eu não sei se eu sei o tamanho do desafio que ele está vivendo. Afinal, um fumante para virar ex-fumante (vai lááá, seu Caçulão!) deve precisar de força de vontade extra. Mas ele tá lutando, e eu torço para que ele realmente se livre do mal que o tabaco faz. Se não der dessa vez (de novo), terá sido apenas mais uma tentativa. Mas eu estou mais otimista do que nunca! Vai lá, velho. Não desiste agora! É a tua saúde, muito mais do que a minha, que está em questão nessa hora.

A gente se encontra por aí. Abraço!

sexta-feira, 20 de março de 2009

Sobre números e funções

Cerca de 10.000 funcionários, em diversas categorias (concursados, aposentados, comissionados, terceirizados).

Cerca de 180 diretores (Agora parece que exoneraram 50. Matematicamente falando, cerca de 130 ainda estão lá. Estamos de oooolho!).

Cerca de 80 membros eleitos (Esses é que precisam que se fique de ooooolho!).

Senhoras e senhores, eis o Senado Federal!

Eu é que não queria ser Diretor de Anais...

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Ilha das Flores

Sábado passado, ao meio-dia, na RBS, foi reapresentado o curta gaúcho entitulado "Ilha das Flores", produzido em 1989.

Como eu adoro esse documentário, lá fui eu assisti-lo de novo. Comentei sobre a reapresentação com diversas pessoas no meu dia-a-dia. Para o meu espanto, descobri que havia bastante gente que nunca tinha ouvido falar desse filme, que foi exaustivamente premiado no mundo todo. Por haver pessoas que ainda não assistiram, cá estou eu, divulgando-o.

Ilha das Flores é um filme por um mundo melhor. Ele apresenta a Ilha das Flores, uma ilha real, que existe, e que fica próxima aqui do centro de Porto Alegre, onde existe uma população extremamente carente e onde existe um dos depósitos de lixo da capital.

O filme demonstra por A + B como os humanos podem ser irracionais, usando uma linguagem irônica, sarcástica e, como não poderia deixar de ser, bastante triste.

É um filme emocionante, por um mundo melhor, que vale a pena assistir!



Faz qualquer um se sentir um lixo.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Um pouquinho de muita coisa

O ano da graça de 2009 começou, e parece que trouxe com ele uma mala cheia de assuntos, surpresas e aprendizados. Nada mal para os primeiros 17 dias de um ano.

Elogios no supermercado. Dia desses fui ao supermercado, tranquilão sem trema. Na fila dos frios, pedi com convicção: "Por favor, duzentos gramas de presunto magro". Eis que nesse momento o senhor que estava atrás de mim na fila disse-me, em um tom entre surpreso e orgulhoso (mesmo sem sequer me conhecer): "Com licença. Meus parabéns! É difícil hoje em dia encontrar um jovem assim falando tão corretamente. São duzentos gramas mesmo, no masculino. Parabéns!" Puxa, fiquei orgulhoso. Reconhecimento grátis, quem não quer?

Assalto no CFC. Semana passada fui renovar minha carteira de motorista. Mas fiquei estupefato mesmo com o valor que eu teria que pagar: R$ 74,85, para cobrir despesas de expedição do documento de habilitação e do exame de aptidão física e mental. Depois, no detalhamento, me dizem que o exame médico custou R$41,00. Isso mesmo: quarenta e um reais para um exame médico que não durou 30 segundos! O médico nem sequer me deixou terminar de ler as letras, nem terminar de dizer as cores do semáforo! É ou não um absurdo?

Fiz 27 anos... Isso mesmo! E ainda assim sou o Caçula da turma! Não é extraordinário?

... e ganhei um DVD da dupla Kleiton e Kledir. Não adianta: eu gosto de Kleiton e Kledir. Ah, e também gosto de Los Hermanos. Sim, eu sei que você dirá que é estranho, que são estilos musicais totalmente diferentes, mas eu respondo: e daí? Eu gosto. Digamos que tenho um gosto "eclético". E fiquei muito contente por ganhar de aniversário um DVD de um show da dupla Kleiton e Kledir. Obrigado, pessoal! O DVD é sensacional!

"Mais vale um gosto que dois vinténs". Já contei pra vocês que eu tenho uma avó que é um milagre da Natureza? Não? Pois é, eu tenho. Trata-se da mãe da minha mãe. 71 anos com corpinho de 60. Ela me disse uma coisa hoje que eu vou dizer pros meus filhos e netos, e vou dizer pra eles contarem pros filhos e netos deles também: "Mais vale um gosto que dois vinténs". Ainda estou pensando nisso.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Era uma vez o Bochechudo

(Este post não foi escrito por mim, Sanger. Foi escrito pela Jamile, em uma participação especial aqui no blog. Estou apenas publicando o texto dela. Achei justo que este post fosse colocado aqui, visto que o Bochechudo faz parte da história dos ERAD-Boys, carregando-nos em várias ocasiões, inclusive ERAD-Encontros. Este carrinho guerreiro sempre será um ERAD-Automóvel! Mas já falei demais. Vamos ler a Jamile :-) )

O fusca mais legal que já existiu nesse mundo, o mais carismático. Não tinha quem não o conhecesse onde quer eu fosse. Até na minha formatura ele foi lembrado. "E o fusquinha??"
Era uma vez um carrinho...

Há pouco mais de quatro anos fui buscar ele com o pai. Seguia ele de Santana pra casa, namorando à distância e já antecipando a euforia de dirigir meu mais novo companheiro. Já de cara quando olhei pra ele enxerguei aquelas crianças bem gordinhas e queridas, que dá vontade de arrancar as bochechas. Nascia o Bochechudo.



A primeira volta foi hilária. Com toda a minha experiência de 3 meses de carteira eu nunca tinha dirigido um carro tão legal... e tão duro e solto! Caía nos buracos fazendo um barulho seco e sacudindo toda lata existente nele.
Fusquinha querido... A folga que tinha na direção era tão grande, mas tão grande que a gente já chamava de férias. Mas eu me acertei...

A partir daí ele foi se tornando cada vez mais companheiro. E companheiro tem que ser pra todas as horas. Inclusive aquelas que ele dá problema (e olha que não foram poucas...).
A primeira vez que ele deu problema no platinado eu fiquei empenhada no pior lugar do mundo: na Terceira Perimetral. Em obras. Muito trânsito. Liguei pro Tele-Pai e 40 minutos depois ele chega e conserta o carro com um elemento essencial em qualquer bolsa de mulher: uma lixa de unha! Depois disso até aprender a trocar platinado eu aprendi. E foi na praia, alguns meses depois que o Gatinho e eu trocamos (sozinhos) nosso primeiro platinado.

E essa não foi a única lição mecânica que aprendi... Aprendi a reduzir as marchas pra não deixar o carro apagar por causa do carburador entupido. Aprendi a dirigir sem freio. Isso mesmo, sem freio. Problema de vela, dirigir o carro apenas em três cilindros. Desmontei (e montei) as duas portas. Aprendi a instalar uma máquina de vidro. Passei uma tarde inteira com o pai tentando arrumar a buzina dele (e nunca conseguimos que funcionasse direito). Apertei milhões de parafusos. E a coisa mais legal de todas: aprendi a virar a ignição com uma moeda.

Claro que tinha uma série de "manhas" pra fazer ele funcionar: a bombeadinha de gasolina de manhã cedo, a batidinha no velocímetro pra o ponteiro funcionar, o "levanta e bate" pra fechar as portas, a tampa do tanque de gasolina que ninguém conseguia fechar direito.

Obrigada Bochechudo!

Nunca vou esquecer o abrigo nos dias de chuva, a primeira vez que passei cera na pintura, e a emoção de polir cada milímetro. Ou então da vez que trouxemos duas vezes o que ele comportava ao voltar da praia com a minha vó na carona e metade da casa como bagagem. As inúmeras caronas dadas... Acho que tu nunca tinha visto tanta gente diferente em um intervalo tão curto de tempo. Meu querido Bochechudo, vivemos uma história.

Por essas e outras sou grata, Bochechudo. Tu foi o melhor fusquinha que eu já pensei em ter. O mais querido. Um filho, meu primeiro carrinho. Em quatro anos, tu me forneceu lembranças e histórias para uma vida inteira. Meu querido fusquinha.



Hoje estou te aposentando, Bochechudo. Mas com a certeza que todas as lembranças e momentos que passamos juntos vão ficar guardados no meu coração.

Faz teu próximo dono tão feliz quanto eu fui contigo :-)

Jamile

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Medo

Hoje vou visitar minha mãe... e tenho medo.
Deveria ser momento de alegria, mas tenho medo...
Vou passar o natal com ela, poucos dias, mas tenho medo.
Preciso percorrer 425Km para o norte e infelizmente, cada vez mais, o medo é o sentimento quando se precisa "pegar a estrada" nesse Brasil "falido pela corrupção". Nesse país onde a concientização é baixa, a fiscalização é menor e a qualidade dos veículos e - principalemente - das estradas é menor ainda.
TODOS OS DIAS, já tem lugar reservado nos jornais, acidentes deixam danos materias, morais e psicológicos na sociedade.
E o medo existe porque não basta "fazer a minha parte". Eu preciso contar com a sorte de não existir na estrada uma cratera que cause um acidente grave. Eu preciso contar com a sorte de não cruzar por um motorista que decidiu ariscar a vida dele e junto a de outros tantos - tomara que não. Preciso contar com a sorte, vejam vocês, para não cruzar por um "policial" (nem deveria ser um) mal humorado que "tem o direito" de procurar um motivo para me condenar a uma pena (não estou reclamando do policial que honesta e responsavelmente cumpre seu dever e seu trabalho e sim de "policiais" que temos a solta por aí).

Pois bem, cada vez mais me sinto assim, com medo, quando preciso enfrentar a selva do asfalto, e tentar sobreviver a ela e a todos os animais que ali encontrarei.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Feliz 2009

Final de ano é sempre assim, agenda cheia, diversos compromissos, comprar presentes... Mas a integração, encontrar as pessoas pessoalmente, rever os amigos, é sempre importante (importante fazer com que isso aconteça). Importante encontrar horário na agenda pra fazer o que se gosta, sempre que possível (em qualquer época do ano).
Como de costume, hora de pensar no novo ano, e mais do que isso, hora de executar o que se planejou. E planejar novas conquistas, novos sonhos. Sempre. Sempre buscar novos sonhos... planejar, batalhar, CONQUISTAR. É assim que somos movidos. Por sonhos, desejos, desafios, conquistas. É o que faz a vida valer a pena. Não precisam ser coisas grandiosas, basta que nos dêem prazer.
Importante sempre acreditar que o sonho é possível, e fazer coisas para que ele fique mais próximo de virar realidade.

Feliz 2009 a todos.