Quando o primeiro filme dos ERAD-Boys foi lançado, ainda não havia ocorrido a formatura do Mestrado. E ainda não havia ocorrido o almoço do último sábado.
Não tenho palavras para descrever o momento vivido entre as famílias lá na Churrascaria Vitrine Gaúcha.
Definitivamente, apenas começamos! Não há limites...
Temos uma missão e não desistiremos: tornar o mundo um lugar melhor. Compartilhar conhecimento, conteúdo. Afinal, o mundo não seria o mesmo sem os ERAD-Boys.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Tudo conforme o merecido
E foi ontem. Uma cerimônia séria, bonita e sóbria, com discursos de alto nível. Uma bela homenagem ao Instituto de Informática e à gloriosa Pós-Graduação em Computação, que completa 35 anos em 2008.
Mas foi, acima de tudo isso, a homenagem final que a comunidade da Universidade fez àqueles que se formaram. Com todo merecimento, estiveram lá alguns dos mais promissores talentos da nova geração de profissionais da Computação. Na platéia havia pais, familiares, amigos. E também eu e o Machado, estuantes de felicidade e orgulho em presenciar mais essa vitória dos ERAD-Boys formandos.
E o que dizer dos discursos? Sempre haverá a discussão sobre qual foi melhor, qual traduziu melhor o sentimento dos formandos ou da Universidade naquele momento. Mas alguns pontos foram importantes, como o momento em que a excelentíssima senhora coordenadora da Pós-Graduação assestou um "não foi fácil", o que certamente foi motivo de júbilo entre todos os ERAD-Boys. Ou ainda a quase unanimidade entre os que proferiram seus discursos, aconselhando a todos a serem felizes. Ou seja, o que de fato é importante na vida estava sendo contemplado.
E a convivência? Reencontrar amigos que há muito não víamos, professores que não encontrávamos há algum tempo, mas acima de tudo rever familiares dos ERAD-Boys. Essa é sempre uma grande oportunidade de, além de tudo, aprender. Que emoção ao cumprimentar o pai do Sanger e vê-lo emocionado com a conquista do filho! Que alegria ver a mãe do Polina e vê-la sorrindo de puro orgulho! Que prazer conversar com a simpatia da mãe do Machado! Esses são apenas alguns exemplos. Todos os demais familiares presentes merecem registro, mães, irmãs, tios, namoradas, sogros, todos. Mas temo tornar esse texto ainda mais longo.
E tudo isso foi ontem. E, para minha sorte, eu estava lá.
E pensar que sábado tem mais...
Mas foi, acima de tudo isso, a homenagem final que a comunidade da Universidade fez àqueles que se formaram. Com todo merecimento, estiveram lá alguns dos mais promissores talentos da nova geração de profissionais da Computação. Na platéia havia pais, familiares, amigos. E também eu e o Machado, estuantes de felicidade e orgulho em presenciar mais essa vitória dos ERAD-Boys formandos.
E o que dizer dos discursos? Sempre haverá a discussão sobre qual foi melhor, qual traduziu melhor o sentimento dos formandos ou da Universidade naquele momento. Mas alguns pontos foram importantes, como o momento em que a excelentíssima senhora coordenadora da Pós-Graduação assestou um "não foi fácil", o que certamente foi motivo de júbilo entre todos os ERAD-Boys. Ou ainda a quase unanimidade entre os que proferiram seus discursos, aconselhando a todos a serem felizes. Ou seja, o que de fato é importante na vida estava sendo contemplado.
E a convivência? Reencontrar amigos que há muito não víamos, professores que não encontrávamos há algum tempo, mas acima de tudo rever familiares dos ERAD-Boys. Essa é sempre uma grande oportunidade de, além de tudo, aprender. Que emoção ao cumprimentar o pai do Sanger e vê-lo emocionado com a conquista do filho! Que alegria ver a mãe do Polina e vê-la sorrindo de puro orgulho! Que prazer conversar com a simpatia da mãe do Machado! Esses são apenas alguns exemplos. Todos os demais familiares presentes merecem registro, mães, irmãs, tios, namoradas, sogros, todos. Mas temo tornar esse texto ainda mais longo.
E tudo isso foi ontem. E, para minha sorte, eu estava lá.
E pensar que sábado tem mais...
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Formatura
Lembro-me da minha formatura, lá no distante outubro de 2003 (credo, quase 5 anos atrás!!!).
E como foi bom se formar! Logo depois da formatura, tu fica pensando:
"Formatura não deveria ser uma só! É tão bom que deveriam haver outras!"
Dito e feito! Quinta-feira que vem lá estarei eu de novo, no Salão de Atos da UFRGS, para mais uma formatura. Agora, de mestrado.
O mestrado não foi mol, foi lutado, foi sofrido, mas acabou. Nada mais justo agora do que comemorar o seu último dos últimos sepultamentos! :-).
Ah... e dizem que não sou só eu não hein... dizem que o Pó também se formará!
Muito tri! :D
E como foi bom se formar! Logo depois da formatura, tu fica pensando:
"Formatura não deveria ser uma só! É tão bom que deveriam haver outras!"
Dito e feito! Quinta-feira que vem lá estarei eu de novo, no Salão de Atos da UFRGS, para mais uma formatura. Agora, de mestrado.
O mestrado não foi mol, foi lutado, foi sofrido, mas acabou. Nada mais justo agora do que comemorar o seu último dos últimos sepultamentos! :-).
Ah... e dizem que não sou só eu não hein... dizem que o Pó também se formará!
Muito tri! :D
terça-feira, 1 de abril de 2008
Que fase!
Que fase!
Hoje o dia amanheceu chuvoso lá em casa. Eu também não amanheci muito contente.
Hoje é primeiro de abril. Se for fazer uma contabilidade dos percalços que vêm ocorrendo, vai parecer pegadinha.
Tenho que pedir desculpas à Clarissa por não ter ido à despedida dela. Espero que ela entenda.
Vazou tudo.
Pensando bem, tô vazando.
Que fase! Que fase!
Mas vai melhorar. Até está abrindo sol.
Hoje o dia amanheceu chuvoso lá em casa. Eu também não amanheci muito contente.
Hoje é primeiro de abril. Se for fazer uma contabilidade dos percalços que vêm ocorrendo, vai parecer pegadinha.
Tenho que pedir desculpas à Clarissa por não ter ido à despedida dela. Espero que ela entenda.
Vazou tudo.
Pensando bem, tô vazando.
Que fase! Que fase!
Mas vai melhorar. Até está abrindo sol.
domingo, 30 de março de 2008
ERAD-Boys - 7 Anos de História
04:20 da manhã do dia 30 de março de 2008.
Esse momento já está na História.
A mega-produção ERAD-Boys - 7 Anos de História acaba de ser finalizada.
O Ministério da Multimídia e o Ministério da Poesia desejam a todos um ótimo espetáculo.
Boa noite, abraço, até daqui a pouco. :D
Esse momento já está na História.
A mega-produção ERAD-Boys - 7 Anos de História acaba de ser finalizada.
O Ministério da Multimídia e o Ministério da Poesia desejam a todos um ótimo espetáculo.
Boa noite, abraço, até daqui a pouco. :D
Quase lá
Domingo, 30 de março de 2008.
03:30 da madrugada.
Todos dormem. Menos a equipe do Ministério da Multimídia.
Está quase pronto.
03:30 da madrugada.
Todos dormem. Menos a equipe do Ministério da Multimídia.
Está quase pronto.
sábado, 29 de março de 2008
Hoje eu lavei o Zico
Que dia, amigos, que dia!
Hoje posso dizer que lavei o Zico. Acabo de lavar, na verdade.
Calma, gente! O Zico é um botão, um dos mais habilidosos. Rápido, leve, capaz de lances geniais e de chutes certeiros. Lançamentos precisos. Cobranças de falta que parecem tele-guiadas. Lembro-me que eu o batizei assim na época em que o Zico (o da vida real) jogava no Japão. Ele era um veterano, mas estava jogando o que os mais antigos costumavam chamar de "o fino da bola". E estava ajudando a fazer com que o futebol se popularizasse cada vez mais na terra do sol nascente.
Mas... esse meu botão, por que chamá-lo de Zico? Ora, ganhei do meu pai, que já o utilizava quando era jovem. Ganhei quando criança, quando comecei a me interessar por futebol de botão. Então, a coincidência do momento: eu tinha um botão que era veterano, um craque. E o Zico era um veterano, e jogava exatamente como eu achava que meu botão jogava.
Que dia, amigos, que dia!
Peguei meus botões e, um a um, fui limpando-os. Com a calma de um meio-campista canhoto. De inopino, eis que tenho em mãos o Zico. Ah, quantas alegrias ele já havia me proporcionado. Com que habilidade eu o utilizava para abrir as defesas adversárias. E isso foi me trazendo as recordações da infância e da adolescência assim, em ritmo de escola de samba, uma após a outra. Um carnaval de lembranças.
Lembrei de um botão que meu pai sempre gostou. Um que era amarelo embaixo e bordô em cima. Lindo. Outro craque. Hoje, poderia ser chamado de Cristiano Ronaldo dos botões (o botão era meu, eu o comparo com quem eu quiser e o batizo do que eu quiser). Pois ele foi envolvido em uma negociação obscura, que provavelmente trouxe um botão pereba de duas cores. Provavelmente quase como trocar o Cristiano Ronaldo pelo Marreta.
Isso cravou uma estaca no peito do meu pai. Ontem mesmo, quando falávamos nos botões, ele lembrou desse botão, como sempre faz. E me deu a mesma bronca que me deu há uns 15 anos.
Logo depois de limpar o Zico, me deparei com outros botões do tempo do meu pai. Resistiram à sanha assassina das minhas negociações pueris. São lindos. São diferentes de todos os outros. São melhores. Porque eram do meu pai, e hoje eu sei avaliar o valor que eles realmente têm. Hoje eu não troco os botões que ganhei do meu pai por nenhum Kaká, nenhum Schevchenko, nenhum Robinho.
Acho que eu não dava banho nos meus botões há uns 10 anos. Acho que eu não jogo botão há uns 10 anos. Mas lembro de cada lance, cada gol, cada lançamento preciso daqueles botões do meu pai.
Acho até que o botão cinza, "de osso", sorriu meio de lado pra mim quando ganhou um banho.
Que dia, amigos, que dia!
Hoje posso dizer que lavei o Zico. Acabo de lavar, na verdade.
Calma, gente! O Zico é um botão, um dos mais habilidosos. Rápido, leve, capaz de lances geniais e de chutes certeiros. Lançamentos precisos. Cobranças de falta que parecem tele-guiadas. Lembro-me que eu o batizei assim na época em que o Zico (o da vida real) jogava no Japão. Ele era um veterano, mas estava jogando o que os mais antigos costumavam chamar de "o fino da bola". E estava ajudando a fazer com que o futebol se popularizasse cada vez mais na terra do sol nascente.
Mas... esse meu botão, por que chamá-lo de Zico? Ora, ganhei do meu pai, que já o utilizava quando era jovem. Ganhei quando criança, quando comecei a me interessar por futebol de botão. Então, a coincidência do momento: eu tinha um botão que era veterano, um craque. E o Zico era um veterano, e jogava exatamente como eu achava que meu botão jogava.
Que dia, amigos, que dia!
Peguei meus botões e, um a um, fui limpando-os. Com a calma de um meio-campista canhoto. De inopino, eis que tenho em mãos o Zico. Ah, quantas alegrias ele já havia me proporcionado. Com que habilidade eu o utilizava para abrir as defesas adversárias. E isso foi me trazendo as recordações da infância e da adolescência assim, em ritmo de escola de samba, uma após a outra. Um carnaval de lembranças.
Lembrei de um botão que meu pai sempre gostou. Um que era amarelo embaixo e bordô em cima. Lindo. Outro craque. Hoje, poderia ser chamado de Cristiano Ronaldo dos botões (o botão era meu, eu o comparo com quem eu quiser e o batizo do que eu quiser). Pois ele foi envolvido em uma negociação obscura, que provavelmente trouxe um botão pereba de duas cores. Provavelmente quase como trocar o Cristiano Ronaldo pelo Marreta.
Isso cravou uma estaca no peito do meu pai. Ontem mesmo, quando falávamos nos botões, ele lembrou desse botão, como sempre faz. E me deu a mesma bronca que me deu há uns 15 anos.
Logo depois de limpar o Zico, me deparei com outros botões do tempo do meu pai. Resistiram à sanha assassina das minhas negociações pueris. São lindos. São diferentes de todos os outros. São melhores. Porque eram do meu pai, e hoje eu sei avaliar o valor que eles realmente têm. Hoje eu não troco os botões que ganhei do meu pai por nenhum Kaká, nenhum Schevchenko, nenhum Robinho.
Acho que eu não dava banho nos meus botões há uns 10 anos. Acho que eu não jogo botão há uns 10 anos. Mas lembro de cada lance, cada gol, cada lançamento preciso daqueles botões do meu pai.
Acho até que o botão cinza, "de osso", sorriu meio de lado pra mim quando ganhou um banho.
Que dia, amigos, que dia!
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